
Se você ainda se prende ao passado, nunca conseguirá seguir adiante. Se seus argumentos são antigos, nunca saberá explicar o que sente. Se você olha apenas um lado, jamais descobrirá novos rumos. Se você observa tudo pela janela, fica de fora da sua própria vida.
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Você que observa tudo pela janela
Ainda sente falta do passado
Você que não sabe como explicar
Fala o quer e não sabe ordenar.
Olhando sempre na mesma direção,
Seu discurso nunca terá coesão
Chega mais perto eu não sou de vidro
Não me escondo atrás de um livro.
Eu vejo grandes construções desmoronando
E eu não sou de metal
Eu vejo velhos corpos se decompondo
Comigo será igual.
Se não encontrar bom argumento
Não se defenda com seu próprio sentimento
Ele, às vezes, nos trai.
Como o valor de um velho desenho
Me oferece o amargo e espera o doce que eu não tenho.
Só agora entendo o que ele quis dizer com tempo perdido
É preciso acordar e aprender a andar sozinho.
Você não sabe mais o que eu curto
E a vida é curta pro teu surto de solidão.
O mundo não é gigante, nós somos pequenos demais
Enquanto seguimos adiante, velhas roupas ficam pra trás.
Se quer saber ainda sou como você
E me sinto pelo avesso, mesmo sem endereço
Esperando a sexta chegar
Viajando sem sair do lugar
A onda vem até mim
Molha meus pés e desaparece por fim.
Ainda sente falta do passado
Você que não sabe como explicar
Fala o quer e não sabe ordenar.
Olhando sempre na mesma direção,
Seu discurso nunca terá coesão
Chega mais perto eu não sou de vidro
Não me escondo atrás de um livro.
Eu vejo grandes construções desmoronando
E eu não sou de metal
Eu vejo velhos corpos se decompondo
Comigo será igual.
Se não encontrar bom argumento
Não se defenda com seu próprio sentimento
Ele, às vezes, nos trai.
Como o valor de um velho desenho
Me oferece o amargo e espera o doce que eu não tenho.
Só agora entendo o que ele quis dizer com tempo perdido
É preciso acordar e aprender a andar sozinho.
Você não sabe mais o que eu curto
E a vida é curta pro teu surto de solidão.
O mundo não é gigante, nós somos pequenos demais
Enquanto seguimos adiante, velhas roupas ficam pra trás.
Se quer saber ainda sou como você
E me sinto pelo avesso, mesmo sem endereço
Esperando a sexta chegar
Viajando sem sair do lugar
A onda vem até mim
Molha meus pés e desaparece por fim.
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