Não sei se tenho medo de admitir que me acostumei com meu estado solitário ou de perceber que é tudo culpa minha por ficar presa a essa situação. As semanas são todas iguais, mesmo que os dias sejam diferentes.
No domingo, faço algo extraordinário. Na segunda, fico alegre e sorridente. Na terça, penso na minha alegria e desconfio que no dia seguinte tudo vá embora. Na quarta, acerto no pensamento anterior e justamente minha alegria se foi, perco um dia inteiro chorando. Na quinta, fico pensando em como deixei escapar minha felicidade. Na sexta, penso em tudo que passou, em mim, na alegria, nos risos, nas bobagens, na tristeza, nas pessoas, nos amigos, nos beijos e nos abraços. No sábado, planejo o que farei amanhã e projeto um futuro legal que acontece no domingo e acaba na quarta.
E a pergunta de sempre é: o que eu faço pra que a felicidade vá embora tão rápido?
Eu simplesmente não consigo falar, nem entender, nem parar.
Não quero mudar de alguém quando escuto a mesma música. Quero coisas novas, gente nova, música nova, cara nova, risos novos de bobagens novas.
Parece crise de adolescente, contudo estive pensando noite passada que atingi meus 20 anos há apenas 5 meses e cheguei a conclusão que uma pessoa nunca tem atitudes equivalentes a sua idade. Um bebê não lembra o que pensa, criança pensa como bebê, adolescente age como criança, adultos tentam ser adultos, mas tem crises de adolescente e os idosos sempre serão adultos, mesmo depois de 65 anos, talvez porque não sabem ser de outro jeito. Não tentam se adaptar e quando conseguem, passam para a fase seguinte.
No domingo, faço algo extraordinário. Na segunda, fico alegre e sorridente. Na terça, penso na minha alegria e desconfio que no dia seguinte tudo vá embora. Na quarta, acerto no pensamento anterior e justamente minha alegria se foi, perco um dia inteiro chorando. Na quinta, fico pensando em como deixei escapar minha felicidade. Na sexta, penso em tudo que passou, em mim, na alegria, nos risos, nas bobagens, na tristeza, nas pessoas, nos amigos, nos beijos e nos abraços. No sábado, planejo o que farei amanhã e projeto um futuro legal que acontece no domingo e acaba na quarta.
E a pergunta de sempre é: o que eu faço pra que a felicidade vá embora tão rápido?
Eu simplesmente não consigo falar, nem entender, nem parar.
Não quero mudar de alguém quando escuto a mesma música. Quero coisas novas, gente nova, música nova, cara nova, risos novos de bobagens novas.
Parece crise de adolescente, contudo estive pensando noite passada que atingi meus 20 anos há apenas 5 meses e cheguei a conclusão que uma pessoa nunca tem atitudes equivalentes a sua idade. Um bebê não lembra o que pensa, criança pensa como bebê, adolescente age como criança, adultos tentam ser adultos, mas tem crises de adolescente e os idosos sempre serão adultos, mesmo depois de 65 anos, talvez porque não sabem ser de outro jeito. Não tentam se adaptar e quando conseguem, passam para a fase seguinte.
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