quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Sei que não tenho a força que tens
Se me vejo feliz quase sempre exijo um talvez
Ela mora perto de um vulcão
E meu coração suburbano espera riquezas maiores
Eu sigo o calendário maia
E sou descendente dos astecas

Hoje vai ter prova
Mas no final da aula
Acho que tem futebol
Gosto quando estou feliz
Gosto quando sorris para mim
Estou longe longe
Estou em outra estação
Não me digam como deve ser
Gosto do jeito que sou

Quem insiste em julgar os outros
Sempre tem alguma coisa para esconder

Teu corpo alimenta meu espírito
Teu espírito alegra minha mente
Tua mente descansa meu corpo
Teu corpo aceita o meu como a um irmão
Todos fazem promessas demais
Temos muito o que aprender
É um feitiço tão latino
Essa preguiça ser feitiço
Mas tudo bem
Voltarás na terça-feira
És fogo e gelo ao mesmo tempo
E vai ser bom
Do Equador, da Venezuela, do Uruguai
Teremos o fim-de-semana só para nós
Venha comigo
Não tenha medo
Tem muita gente
Que pensa o mesmo
E estou longe longe
Estou em outra estação


A frase que mais cabe no dia de hoje: Não me diga como devo ser, gosto do jeito que sou. Quem insiste em julgar os outros sempre tem alguma coisa pra esconder.

Acho que as pessoas deveriam ficar vesgas pelo menos um dia olhando pro seu próprio nariz e vê que é fácil apontar os defeitos dos outros, mas enxergar seus erros é difícil demais. Então, antes de mostrar as sujeiras na vida do vizinho, temos que ver se não é a vidraça da nossa janela que está suja.

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